terça-feira, março 29, 2005

CÓCORÓCÓCÓ!!!!!!!!

A ovelha que pensa que é galinha acaba de chegar ao pasto!!! :)

Cocorococo para todos!!!

domingo, março 27, 2005

Boca do Ano

Ó morcona......... comia-te o sufixo!!!!!!!

domingo, março 20, 2005

UbElha emancipada

Caro Rebanho:

Aposto que se estão a perguntar quem será esta nova ovelha do rebanho?? Pois eu dou umas pistas: linda, maravilhosa e fantástica, mas que uma ovelha bastante idiota decidiu chamar de ovelha puta k pariu!!! Cansada deste nome falacioso e inglório acerca da minha pessoa EMANCIPEI-ME!!!! E assim decidi mudar de nome para UbElha, dando o devido valor à verdadeira pronúncia do centro: o viseense!!!

Ficam desde já informados que, a partir deste dia, deixarei de ser apelidada desse nome injurioso que me tem vindo a ser injustamente atribuído (sim porque eu nem costumo dizer asneiras e se as digo, a culpa é vossa. Já dizia o Rosseau: "uma ovelha nasce pura o rebanho é que a corrompe!")

Tenho dito!

terça-feira, março 15, 2005

Ora, é impressão minha...

Ou estas ovelhas estão muito paradas?

A mim, parece-me que andam a ficar... Como direi... Chhhhh.....

Pintelho de Ovelha

quinta-feira, março 03, 2005

Sem título - Parte I, em memória de mim, Ruy Belo e KafkaMania

Mania que têm aquelas formigas acefalamente trabalhadoras em me condenarem;
aquelas formigas que passam por este mundo sem o descobrir, que vegetam sem vida nesta terra, sem saber o quão pequeninos somos, sem saberem a quão longe podemos chegar apenas vivendo a vida que alguém, sabe-se lá quem, nos deu.
Qual é o problema de eu ser uma cigarra que vive do pensamento?
Almejo mudanças e respiro liberdade, sendo ou não consentida.
Abaixo o falocentrismo, 'per favore'!
Já fui peixe, lesma e mosquito.
Hoje prefiro ser algo de substância, sentido e razão.
Cansei de mexer a colher no café.
Parei de matar moscas arrogantes com que me deparo dia-a-dia, já me resignei à sua imunda existência humana, elas são precisas.
Abandonei os casulos fétidos e desagradáveis que tanto me deram prazer instantâneo, vazio, sem textura...
Atirei as vestes do socialmente correcto que tanto me aqueceram no mar das ilusões, adeus.
Qual a razão de termos de suportar pessoas de quem abominamos?
Qual a razão que me leva a sorrir tepidamente a quem eu sei de antemão que só me quer ver na lama da imundice humana?
Hoje, tal como ontem, não encontro nenhuma razão.
Viverei kafkaniamente de hoje em diante, em honra de mim próprio, de quem eu gosto e de quem é meu amigo. Quem é meu amigo? Ainda não sei ao certo, ainda estou a rever e a renovar a minha lista telefónica.
Nesta minha nova vida à la herói da metamorfose de Kafka, cavei o muro dos desejos e nele me atirei, ávido a encontrar nada mais que a mim mesmo

Diogo
 
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