sexta-feira, maio 06, 2005

Sinceramente, eu não percebo

Eu ando abismado com que ando a ouvir quanto ao julgamento.

Eu tenho visto nestes dois dias os meus colegas um pouco desiludidos e desfraldados. Em conversa informal que tivemos a opinião geral foi tentar encontra o erro para que os caloiros não tivessem tido uma atitude connosco.
Muitos se mostraram arrependidos de terem feito uma praxe levezinha, de tentar integrar, ser diferentem sermos amigos dos caloiros, tratá-los de igual para igual, sermos um exemplo para esta academia. Arrependem-se pelo excesso de confiança que se deu. excesso de confiança que permite os caloiros atirarem na cara dos doutores que não gostaram daquilo, que fomos desumanos, que fomos selgavens.
Garanto-te que se soubessem o que sabem hoje, a maioria dos doutores optavam por uma praxe dura. Quem se iria divertir seriamos nós.

Mas eu não concordo com eles.
Primeiro, fizemos uma praxe como os doutores axamos que seria a melhor para todos. Há ingratidão. Há, de facto. Essa ingratidão vem de um grupo que, pelo menos eu, nunca esperaria. Mas o 3º ano de Psicologia só se pode orgulhar do que fez.
Segundo, as criticas, que pela sua dureza e falta de argumento perdem logo a sua importância, reflectem a opinião de pouquíssimos caloiros. os restantes gostaram. Temos, doutores, de nos importar com a maioria e ouvir e reflectir com as críticas, mas como infundadas não deixar que nos atormentem.

Gostem ou não, fizemos o nosso dever. Cumprimos. Agora quem gostou, óptimo. Quem não gostou ainda está a tempo de se declarar anti-praxe. Pelo menos quem não faz nada contrariada.

Francamente.
Por mim, acabei aqui de alimentar discussões que só servem para entreter quem anda desocupado.
Estou-me a cagar para o que se pensa e para a produtividade de critica dos caloiros. Fiz o que tava correcto.
E aposto que quando este primeiro ano quando praxar não vai fazer muito diferente de nós.

O nosso erro: dar muita confiança a alguns caloiros.
Desculpem colegas, afinal vocês tinham razão.

DIOGO

terça-feira, maio 03, 2005

Em dia de julgamento, uma reflexão, uma questão...

Como será possível que uma família tão honesta, simpática, sociável e civilizada (vulgo família Fontes), tenha criado ovelha tão negra e, como diria a nossa colega de pastos, Mini-Ovelha, em certas e determinadas apresentações, "A-sociável".
Creio mesmo que nos compete alertar os nossos colegas da família para o facto que é, sem dúvida, um caso de anormal desvio educacional, digno de um processo aprofundado de estudo.

Esta reflexão é da autoria daquele que acabou de conhecer a dita família civilizada, o sempre atento

Pintelho de Ovelha


P.s. A família Fontes não merecia este desvio na educação da Negra... Estou solidário.
 
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